quarta-feira, 29 de maio de 2013

Serviço Social: SAÚDE

A Paróquia São Francisco de Assis oferece a toda a comunidade atendimento médico e psicológico.
Maiores informações na secretaria paroquial.


Rua Caetano Martins, 42 - Rio Comprido - Rio de Janeiro /RJ - Telefone: 21 - 2273-6243

quarta-feira, 22 de maio de 2013

CONVITE: GRUPO DE JOVEM!


Caro Jovem!

Venha fazer uma experiência com Nosso Senhor Jesus Cristo, participando do Grupo de Jovem TAU.

Nos encontramos todos os sábados às 16 horas na Igreja Matriz São Francisco de Assis.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

BAZAR DA PECHINCHA



Visite  e ajude nossa Paróquia no Bazar da  pechincha Santa Clara, todo o dinheiro será revertido para obras de evangelização.
Todas as quartas-feiras a partir das 14:00h e nos domingos pela manhã.

Doações na secretaria paroquial.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

PASTORAL DA LITURGIA



A Pastoral da Liturgia da Paróquia São Francisco de Assis, convida a todos os paroquianos a participar de nossos encontros de reflexão e preparação para nossas celebrações:

Todos os 2°  e 4° Sábado de cada mês às 17 horas - Igreja Matriz São Francisco de Assis.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Serviço Social: FARMÁCIA PAROQUIAL



A Farmácia Paroquial é uma obra social de nossa Paróquia, cujo desejo é acolher e ajudar às pessoas mais necessitadas com orientações e entrega de medicamentos.
Não são fornecidos remédios controlados. Os demais medicamentos são entregues somente mediante receita médica.

Horário de funcionamento: todas as terças-feiras pela manhã e nas quintas-feiras (manhã e tarde), na Igreja de São Francisco de Assis, no bairro Rio Comprido. Recebemos doações de medicamentos: Os medicamentos fornecidos às pessoas são provenientes de doações. As doações podem ser feitas na farmácia ou na secretaria paroquial.

PROGRAMAÇÃO SEMANA SANTA


BAZAR DA PECHINCHA

Visite e ajude nossa Paróquia no Bazar da pechincha Santa Clara, todo o dinheiro será revertido para obras de evangelização.
Todas as quartas-feiras a partir das 14:00h e nos domingos pela manhã.

Doações na secretaria paroquial.

terça-feira, 26 de março de 2013

Sermão das Sete Palavras


Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte. 



"Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"



No auge do sofrimento, Cristo não perde a dimensão da fragilidade do ser humano e implora o perdão pra nossas culpas. Seu sangue derramado na cruz nos torna limpos para voltar à casa paterna. Mas somos também capazes de perdoar a nós mesmos e aos outros? Quando oramos: "Perdoai-nos, assim como perdoamos", sabemos o que pedimos? Aceitamo-nos incondicionalmente como somos e nos respeitamos? Quem não perdoa a si mesmo não perdoa a ninguém mais. Quem não se aceita não aceita aos outros. Pois para isso é necessário que se reconheça as próprias dificuldades e limitações, esforçando-se para se corrigir. E, dessa mesma forma, agir sempre com os outros.



"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso".




Sentindo dores, o homem crucificado ao lado de Jesus não o insultou como os demais. Ao contrário, pediu e recebeu o seu perdão incondicional e imediato. Cristo não lhe prometeu o paraíso para depois. Tampouco lhe falou de novas vidas ou de reencarnações. "Hoje mesmo" - afirmou Jesus! E quantos de nós desacreditamos nessa misericórdia divina, acreditando que somente nosso esforço, nesta e em outras vidas, nos tornará dignos de voltar ao Pai.



"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"



Apesar de todas as nossas infidelidades, ele não nos deixou órfãos: deu a sua própria mãe como nossa mãe. Mas seremos dignos de ser filhos daquela que disse o sim, totalmente incondicional, quando convidada a ser parte essencial do plano de Deus para nos salvar? Seremos nós também capazes de dar esse sim incondicional e, em cad atividade, testemunhar o Evangelho sem timidez? Não fomos feitos filhos adotivos de Maria e, por conseqüência, irmãos de Jesus Cristo, apenas para nos vangloriarmos de ser cristãos, sacerdotes ou ministros extraordinários da Igreja. Somente tomando consciência disso, ouviremos de Jesus: "Filho, eis aí tua mãe!



"Tenho Sede!"



Jesus teve sede mas, ao invés de água, deram-lhe vinagre. Também para nós Jesus vive a dizer: "Tenho sede! Tenho sede de homens e mulheres, adultos e jovens, que caminhem comigo. Que não tenham medo de correr riscos, que não se apeguem a títulos, cargos e aos bens transitórios deste mundo. Que estejam dispostos a levar a boa nova a todas as criaturas. Tenho sede de justiça e de trabalho para todos, pois afinal meu Pai não criou o mundo só para alguns, mas indistintamente para todos. Tenho sede de pessoas que não aceitem o erro, porque é muito difícil combatê-lo. Tenho sede de ver a humanidade inteira totalmente feliz! Saciem pois essa minha sede, e a minha redenção pela cruz estará plenamente realizada!"



"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?"



Teria Deus abandonando seu Filho na cruz? Certamente que não. Contudo, a natureza humana de Jesus sofria tanto que ele sentiu falta do carinho de seu e nosso Pai. Quantas vezes nós também gritamos a mesma coisa, porém sem qualquer convicção de que Deus nos escuta. Quantas vezes passamos meses e anos esquecidos de Deus, nunca nos lembrando de conversar com ele, agradecendo tudo o que dele recebemos. Mas, quando nos sobrevém qualquer sofrimento e a dor nos atinge, gritamos revoltados: "Por que nos abandonastes?" Mas não é ele quem nos abandona: nós é que o abandonamos. E, de repente, queremos atribuir a ele todos os sofrimentos que nós mesmos criamos, para nós e para os outros. Fazemos de nossa relação com Deus uma transação comercial: "Eu lhe dou esmolas e orações apressadas, em compensação quero receber tudo aquilo que penso ter direito. E, se não recebo o que quero, protesto: "Por que me abandonaste?"



"Tudo está consumado!"



Jesus Cristo olha, do alto da cruz, o novo mundo que começa: a humanidade recebe, em letras de lágrimas, suor e sangue, e sua quitação por todas as dívidas assumidas. Mas estará tudo consumado para cada um de nós em particular? Será que nada mais tenho a fazer? Posso me esquecer de Cristo não permanece morto, que ele ressuscitou e está presente em cada ser humano? Posso entrar num aposentadoria espiritual, nada mais fazendo porque Cristo já fez tudo por nós? Jesus consumou sua obra redentora na cruz. Mas foi exatamente ali que começou a nossa obra pessoal, como redimidos e discípulos de Cristo. Tudo estará consumado quando conseguirmos expulsar deste mundo o egoísmo, a ambição, o desamor, a miséria e a falta de oportunidade para todos.





"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!"



Chega ao final a agonia da cruz, Cristo entrega-se totalmente nas mãos do Pai. Um dia, ao entregarmos também nossos espírito nas mãos do Pai, com certeza ele não nos perguntará pelas grandes obras que fizemos, mas pelas pequeninas coisas que deixamos de fazer. Voltar ao Calvário é redirecionar nossa vida. É tomar a decisão corajosa de entregar ao Pai não somente nosso espírito, mas nossas mãos, nosso coração, nossa mente e toda a nossa vida. Com certeza, ele já está de braços abertos a nossa espera. Como o pai do filho pródigo. Basta que nos lancemos neles, com total amor e confiança.













quinta-feira, 21 de março de 2013

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA


VIA SACRA



Toda sexta-feira acontece na Igreja Matriz São Francisco de Assis a via-sacra. Fieis paroquianos participam semanalmente deste momento da quaresma. A via-sacra tem início às 18h30. Outro momento deste tempo quaresmal é a realização da CF em família que está acontecendo através das pastorais, movimentos e serviços da Paróquia.

quarta-feira, 20 de março de 2013

PROGRAMAÇÃO SEMANA SANTA




A paróquia São Francisco de Assis convida a todos os paroquianos, amigos e visitantes a participarem com fé, amor e devoção a Semana Maior. A Semana Santa, inclui o Tríduo Pascal, visa celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, desde a sua entrada messiânica em Jerusalém e converter a vida da comunidade de fé, sob a experiência do Ressuscitado.

Programação 
(24 A 31 de Março)

DIA 24 - DOMINGO DE RAMOS e PAIXÃO DO SENHOR
Procissão e distribuição dos Ramos em todas as missas
Início no pátio da Igreja
Horários: 7:00h ; 08:30h ; 10:00h ; 18:00h e 19:30h

DIA 26 - TERÇA-FEIRA SANTA
Santa Missa - Celebração Penitencial / Unção dos Enfermos
Horário: 19:00h

DIA 27 - QUARTA-FEIRA SANTA
Santa Missa  -   Horário: 19:00h
Via - Sacra: Praça Afonso Pena - 20:00h

TRÍDUO PASCAL

DIA 28 - QUINTA-FEIRA SANTA - CEIA DO SENHOR
Horário: 19:00h
Encenação da Paixão de Cristo - Pastoral da Juventude das Paróquias São Francisco de Assis e Nossa Senhora das Dores
Adoração ao Santíssimo Sacramento

DIA 29 - SEXTA-FEIRA SANTA - PAIXÃO DO SENHOR
Dia de Jejum e Abstinência
Horário: 15:00h

DIA 30 - SÁBADO SANTO - VIGÍLIA PASCAL
Horário: 19:00h
Missa Campal - Trazer velas

DIA 31 - DOMINGO -PÁSCOA DO SENHOR
Horários: 7:00h ; 08:30h ; 10:00h ; 11:30h ; 18:00h e 19:30h 



AS DORES DE MARIA



CELEBRAÇÃO DAS SETE   DORES DE MARIA



INTRODUÇÃO

D- De um modo geral, todos nós cristãos temos uma grande devoção a Nossa Senhora. Basta lembrar as romarias aos santuários, a oração do terço, as novenas e tantas outras formas que temos para demonstrar a ela o nosso amor. É com este amor que hoje nos reunimos com Maria, mãe de Jesus, para rezar e refletir sobre as suas dores e as nossas dores. Neste encontro, queremos manifestar a nossa solidariedade a Nossa Senhora e também pedir a ela que nos dê a sua benção e a sua proteção.

1º DOR – A PROFECIA DE SIMEÃO (Lc 2, 28-35)

D- Quando José e Maria levaram o menino Jesus para apresentá-lo ao Senhor, o velho Simeão o recebeu nos braços e louvou a Deus dizendo:
T- “Agora Senhor, já posso morrer em paz, pois os meus olhos viram a tua salvação”!
D- Depois de abençoá-los, Simeão disse:
T- “Esta criança foi escolhida por Deus, tanto para a queda como para a salvação de muita gente”.
D- Simeão sabe que a missão de Jesus não será fácil. Ele que sabe Maria irá acompanhá-lo de perto e irá sofrer com Ele, por isso Simeão disse:
T- “E a dor, como uma espada afiada, transpassará o seu coração”.
Acende a 1º vela
L- Maria ao levar seu filho para ser apresentado ao Senhor no templo, recebe de Simeão estas palavras que lhe trazem imensa dor, mas Maria permaneceu fiel em sua missão de criar e educar aquele que veio ao mundo para dar sua vida em favor de muitos.
D- Que Maria, mãe de Deus e nossa mãe, conceda-nos a força necessária para superar os obstáculos enfrentados e alcançarmos a real possibilidade da saúde se difundindo sobre a terra.

CANTO: Bendita sejais, Senhora das Dores!
                Ouvi nossos rogos, Mãe dos pecadores! (bis)
·                    Ave Maria

2º DOR – A FUGA PARA O EGITO (Mt 2,13-14)

D- Depois que os reis magos voltam para casa, um anjo do Senhor apareceu a José, num sonho, e disse:
T- “Levanta-se pegue a criança e sua mãe e fuja para o Egito”.
D- Naquela mesma noite, Maria tomou o menino Jesus nos braços e seguiu com José rumo ao Egito.
T- Eles ajuntaram as poucas coisas que tinham e seguiram para uma terra estranha e distante.
Acende a 2º vela e o Canto
L- Maria não teve opção diante desta revelação do anjo a José. Simplesmente como toda mãe que busca defender seu filho de todos os perigos, Maria foge. Esta segunda dor de Maria traz para nós a reflexão sobre as inúmeras mães que sofrem por ver seus filhos perseguidos. Perseguições das mais variadas possíveis, desde o ventre materno até a vida adulta.
Reflitamos sobre as dificuldades encontradas por muitas mães para trazerem seus filhos à vida. Como esta a situação do atendimento e acompanhamento médico às gestantes em nosso país? Assim como em outras áreas do sistema público de saúde, tem muita coisa a melhorar. A taxa de mortalidade infantil ainda é considerada alta e infelizmente, por falta de tratamento adequado à gestante, muitas crianças nem chegam a nascer. Partir para onde for possível, para onde tenha auxilio médico que possa suprir as necessidades do filho amado. Não restam dúvidas que, assim como Nossa Senhora, toda mãe é capaz de sair rumo a locais longínquos para garantir a vida do filho a qualquer custo.

D- Rezemos, para que a saúde se difunda sobre a terra, é o clamor do povo sofrido. Maria, mãe de Deus, Senhora das Dores, rogai por todas as mães para que possam ter acesso a recursos médicos para seus filhos com mais facilidade.

·                    Ave Maria

3º DOR – PERDA DO MENINO JESUS (Lc 2, 41-48)

D- Quando Jesus completou doze anos, Ele foi com Maria e José numa romaria a Jerusalém. Eles foram participar da festa Páscoa. No dia de voltar, Jesus ficou em Jerusalém, mas os seus pais não sabiam disto. Pensavam que ele estava na caravana e viajaram um dia inteiro. Depois de procurá-lo na caravana, decidiram voltar a Jerusalém. Três dias depois eles o encontraram no templo, entre os doutores da Lei, ouvindo e fazendo perguntas. Maria disse:
T- “Meu filho, por que você fez isso? O seu pai e eu estávamos muito aflitos procurando você”!

Acende a 3º vela e o Canto

L- A dor sentida por Maria foi uma dor profunda por não saber onde seu filho havia ficado perdido. As dores sentidas pelas mães de hoje também são profundas, pois muitas vezes, os filhos vão se afundando nas drogas e chegam até mesmo a perderem a vida.
Não pensemos que são somente as “drogas pesadas e ilícitas” que levam à destruição da pessoa humana. Infelizmente muitas drogas lícitas também semeam dor no coração das mães. É o caso do álcool que atualmente é consumido em excesso por 18% da população adulta.

D- Lembrando o sofrimento de Maria ao sentir que seu filho estava perdido e vendo as milhares de pessoas que sofrem por influência das drogas, rezemos a Deus para que projetos de recuperação dos dependentes químicos possam ser levados a sério por nossos representantes políticos, visto que isso também é difundir a saúde sobre a terra.

·                    Ave Maria

4º DOR – O ENCONTRO COM JESUS NO CAMINHO DO CALVÁRIO

D- Jesus caminha com a cruz às costas. Ele que veio ao mundo para trazer a vida em plenitude para todas as pessoas. Ele que nos ensinou a amar e perdoar está agora sendo condenado. Ele pega a sua cruz e caminha para o calvário. Mais uma vez, Maria tinha saído à sua procura, mas desta vez a dor é maior. Ela se aproxima e vê que é o seu filho que está sendo conduzido para o calvário. Ela tenta se aproximar de Jesus e diz:
T- “Meu filho”!
D- Jesus levanta a cabeça, olha para a sua mãe e diz:
T- “Minha mãe”!
D- Depois dessas palavras, eles se olham em silêncio. E os soldados o empurram para continuar a caminhada.
T- Maria guardava todas essas coisas, meditando sobre elas em seu coração.

Acende a 4º vela e o Canto

L- Maria, mãe de Jesus, assume um papel fundamental dentro do projeto de Salvação implantado por Deus Pai. Coube a ela criar, proteger, educar Cristo e vivenciar com Ele o caminho do calvário.
A Campanha da Fraternidade vem nos convidar a sermos como Maria, como Simão de Cirene na vida daqueles que necessitam de nossa ajuda. Sim, o doente precisa de auxílio. Toda pessoa enferma precisa de cuidados especiais. Maria sente em seu próprio peito o sofrimento do Cordeiro de Deus e sofre imensamente com Ele.
Quantas pessoas também estão sofrendo ao nosso redor sem atendimento hospitalar digno? Sem ao menos poder contar com a fraternidade das pessoas que estão trabalhando nas repartições públicas ligadas à saúde? O atendimento médico humanizado é o desejo de todos!

D- Que Maria, mãe do Cristo, nos auxilie nesta caminhada junto aos nossos irmão enfermos para que sejamos paciente com as dores do próximo e que possamos contribuir para amenizar o sofrimento diante das doenças.

·                    Ave Maria

5º DOR – MARIA AOS PÉS DA CRUZ (Jo 19, 25-27)

D- Do alto do Calvário, Jesus é pregado na cruz. Sua mãe está ali de pé ao lado da cruz. Uma espada de dor transpassa o seu coração, mas ela permanece firme, Jesus olha para sua mãe e para o discípulo que a acompanha e diz:
T- “Filho, eis aí tua mãe. Mulher, eis aí teu filho”.

Acende a 5º vela e o Canto

L- Tamanha dor dificilmente seria suportada por uma mãe ao ver seu filho sendo crucificado. E ela ali permaneceu. Também estavam presentes outras três pessoas que junto a Maria viam o imenso sofrimento de Cristo na Cruz. E da Cruz ouviu-se a voz de Jesus entregando sua mãe ao discípulo amado. E não a entregou como “uma” qualquer, mas sim lhe dizendo que deveriam ser como mãe e filho um para o outro. Percebemos que diante do sofrimento o amor deve superar a dor.
Maria com certeza sofria muito naquela hora, mas seu amor por Cristo era infinito; maior ainda era o amor de Cristo que se entregou a esta morte de Cruz para a remissão dos nossos pecados.
Não precisamos ir longe para ver o sofrimento das pessoas que estão enfermas. Basta olhar para o nosso lado, na nossa comunidade o descaso do poder público com os enfermos que necessitam de médicos.
Estar junto ao enfermo é também lutar por melhoria no sistema público de saúde. Ser solidário com aqueles que sofrem que estão doentes, é missão de todo cristão que assume o grande mandamento do “amor ao próximo”.

D- Rezemos a Nossa Senhora das Dores, pedindo a graça da perseverança na fé e humildade de coração. Assim como Maria permaneceu perto da Cruz de seu Filho, ela permanece ao lado de cada um dos que hoje sofrem sem o atendimento digno nos postos de saúde, que possamos através do seu exemplo nos sensibilizarmos com nossos irmãos que sofrem.

·                    Ave Maria

6º DOR – A DESCIDA DE JESUS DA CRUZ (Mc 15, 42)

D- Os poucos amigos que acompanharam Jesus e Maria na caminhada para o Calvário, retiraram o corpo de Jesus da cruz. E Maria o recebeu em seus braços. No corpo de Jesus estão as marcas da violência: a cabeça ferida pela coroa de espinhos; as mãos e os pés perfurados pelos pregos; ao lado do peito, o sinal da lança que o espetou...
T- Em silêncio, Maria abraça o corpo de seu filho, e a dor igual a uma espada afiada transpassa o seu coração.

Acende a 6º vela e o Canto

L- Chegou o momento de lembrarmos-nos de Maria Santíssima como a Senhora da Piedade. Na sexta dor de Maria a igreja nos convida a refletir sobre a retirada do corpo de Cristo da Cruz.
Somos convidados a imaginar o retrato da Senhora da Piedade que tem em seus braços o corpo de Cristo falecido. Maria Santíssima suportou humildemente a dor de ver seu Filho sendo crucificado, permaneceu ali próximo dele na Cruz e em seguida viu retirarem o corpo de Cristo sem vida daquele madeiro. Também hoje muitas mães permanecem perto de seus filhos que sofrem e choram por alívio das dores. Principalmente os mais pobres, sem recursos financeiros para pagar médicos particulares, comprar remédios ou mesmo o pão de cada dia.
Milhares de crianças morrem por desnutrição e ali junto delas estão suas mães sem ter o que fazer.

D- Que Nossa Senhora da Piedade possa amparar, com carinho maternal, todas as mães que sofrem a dor de ver o filho morto sobre o colo.

·                    Ave Maria

7º DOR – O SEPULTAMENTO DE JESUS (Jo 19, 38-42)

D- A noite vinha chegando e precisavam organizar logo o sepultamento. José de Arimatéia e Nicodemos envolveram o corpo de Jesus num lençol e o levaram para o sepulcro.
T- Os amigos de Jesus e Maria acompanharam a pequena procissão do enterro.

Acende a última vela e o Canto

L- Hoje nós recordamos as dores de Nossa Senhora. Aprendemos com Ela a confiar em Deus e a ter esperança, pois a vida não termina no sepulcro, ela se plenifica na Ressurreição.
Que Nossa Senhora nos ajude a lutar para vencer as dificuldades do dia-a-dia, que Ela nos ensine a ter mais sensibilidade diante do sofrimento de nossos irmãos, que nos ajude em nossos trabalhos de Evangelização para que nosso povo adquira consciência de sua própria dignidade e de sua condição de filhos de Deus, para que possamos buscar juntos, as soluções para nossos problemas e nosso direito de uma sociedade justa.
D- Rezemos com Nossa Senhora das Dores, para que Ela não nos abandone e nos torne mais conscientes para não só festejar a Páscoa, mas para que nós a vivamos verdadeiramente em nosso dia-a-dia.

·                    Ave Maria




quinta-feira, 14 de março de 2013

VIA SACRA



Toda sexta-feira acontece na Igreja Matriz São Francisco de Assis a via-sacra. Fieis paroquianos participam semanalmente deste momento da quaresma. A via-sacra tem início às 18h30. Outro momento deste tempo quaresmal é a realização da CF em família que está acontecendo através das pastorais, movimentos e serviços da Paróquia.

quinta-feira, 7 de março de 2013

VIA SACRA



Toda sexta-feira acontece na Igreja Matriz São Francisco de Assis a via-sacra. Fieis paroquianos participam semanalmente deste momento da quaresma. A via-sacra tem início às 18h30. Outro momento deste tempo quaresmal é a realização da CF em família que está acontecendo através das pastorais, movimentos e serviços da Paróquia.

terça-feira, 5 de março de 2013

Serviço Social: SAÚDE



A Paróquia São Francisco de Assis oferece a toda a comunidade atendimento médico e psicológico.
Maiores informações na secretaria paroquial.


Rua Caetano Martins, 42 - Rio Comprido - Rio de Janeiro /RJ   -     Telefone: 21 - 2273-6243

PASTORAL DA ACOLHIDA

“Acolhei-vos uns aos outros como Cristo 
vos acolheu”.(Rm 15,7)


A Pastoral da Acolhida sempre está disponível à todos os fiéis que necessitam da nossa ajuda,ter consciência no que for necessário para que a evangelização aconteça em nossa paróquia.

Membros da Pastoral da Acolhida


Venha participar conosco!

segunda-feira, 4 de março de 2013

SANTA MISSA




Segunda-Feira...................................... 19h

Terça-Feira..........................................07h
          (benção dos pães de Santo Antônio)19h

Quarta-Feira........................................07h e 19h

Quinta-Feira........................................07h e 19h

Sexta-Feira.........................................07h e 19h

Sábado..............................................19h

Domingo...................07h, 8:30h, 10h, 18h e 19:30h



Igreja São Francisco de Assis
Rua Caetano Martins, 42 - Rio Comprido - Rio de Janeiro /RJ

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Serviço Social: FARMÁCIA PAROQUIAL


A Farmácia Paroquial é uma obra social de nossa Paróquia, cujo desejo é acolher e ajudar às pessoas mais necessitadas com orientações e entrega de medicamentos.
Não são fornecidos remédios controlados. Os demais medicamentos são entregues somente mediante receita médica.
 

Horário de funcionamento: todas as terças-feiras pela manhã e nas quintas-feiras (manhã e tarde), na Igreja de São Francisco de Assis, no bairro Rio Comprido. Recebemos doações de medicamentos: Os medicamentos fornecidos às pessoas são provenientes de doações. As doações podem ser feitas na farmácia ou na secretaria paroquial.

VIA SACRA



Toda sexta-feira acontece na Igreja Matriz São Francisco de Assis a via-sacra. Fieis paroquianos participam semanalmente deste momento da quaresma. A via-sacra tem início às 18h30. Outro momento deste tempo quaresmal é a realização da CF em família que está acontecendo através das pastorais, movimentos e serviços da Paróquia.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

REFLEXÃO DOMINICAL - 2º DOMINGO DA QUARESMA






Cor Litúrgica:









EVANGELHO – Lc 9,28b-36
Evangelho de Nosso senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele:
eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.


Reflexão:



O relato da transfiguração de Jesus, mais do que uma crónica fotográfica de acontecimentos, é uma página de teologia; aí, apresenta-se uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que através da cruz concretiza um projecto de vida.
O episódio está cheio de referências ao Antigo Testamento. O “monte” situa-nos num contexto de revelação (é “no monte” que Deus Se revela e que faz aliança com o seu Povo); a “mudança” do rosto e as vestes de brancura resplandecente recordam o resplendor de Moisés, ao descer do Sinai (cf. Ex 34,29); a nuvem indica a presença de Deus conduzindo o seu Povo através do deserto (cf. Ex 40,35; Nm 9,18.22;10,34).
Moisés e Elias representam a Lei e os Profetas (que anunciam Jesus e que permitem entender Jesus); além disso, são personagens que, de acordo com a catequese judaica, deviam aparecer no “dia do Senhor”, quando se manifestasse a salvação definitiva (cf. Dt 18,15-18; Mal 3,22-23). Eles falam com Jesus sobre a sua “morte” (“exodon” – “partida”) que ia dar-se em Jerusalém. A palavra usada por Lucas situa-nos no contexto do “êxodo”: a morte próxima de Jesus é, pois, vista por Lucas como uma morte libertadora, que trará o Povo de Deus da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A mensagem fundamental é, portanto, esta: Jesus é o Filho amado de Deus, através de quem o Pai oferece aos homens uma proposta de aliança e de libertação. O Antigo Testamento (Lei e Profetas) e as figuras de Moisés e Elias apontam para Jesus e anunciam a salvação definitiva que, n’Ele, irá acontecer. Essa libertação definitiva dar-se-á na cruz, quando Jesus cumprir integralmente o seu destino de entrega, de dom, de amor total. É esse o “novo êxodo”, o dia da libertação definitiva do Povo de Deus.
E o “sono” dos discípulos e as “tendas”? O “sono” é simbólico: os discípulos “dormem” porque não querem entender que a “glória” do Messias tenha de passar pela experiência da cruz e da entrega da vida; a construção das “tendas” (alusão à “festa das tendas”, em que se celebrava o tempo do êxodo, quando o Povo de Deus habitou em “tendas, no deserto?) parece significar que os discípulos queriam deter-se nesse momento de revelação gloriosa, de festa, ignorando o destino de sofrimento de Jesus.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

VIA SACRA


Toda sexta-feira acontece na Igreja Matriz São Francisco de Assis a via-sacra. Fieis paroquianos participam semanalmente deste momento da quaresma. A via-sacra tem início às 18h30. Outro momento deste tempo quaresmal é a realização da CF em família que está acontecendo através das pastorais, movimentos e serviços da Paróquia.